Tem Dúvidas?
É Completamente Normal.

Encontre aqui as respostas às questões mais frequentes sobre o acompanhamento psicológico — antes de dar o primeiro passo.

FAQs

Nem sempre é necessário estar numa situação extrema para procurar ajuda. O acompanhamento psicológico pode também funcionar numa perspetiva de prevenção, promover maior consciência emocional, equilíbrio, autoconhecimento e qualidade das relações.

Sim. Todas as sessões têm por base os princípios éticos do código deontológico onde a confidencialidade é totalmente assegurada.

Esta é fundamental para a criação da relação de confiança entre profissional e paciente.

Sim. Para muitas pessoas, o primeiro contacto com a Psicologia pode trazer dúvidas, receio, insegurança ou até algum desconforto por falar sobre si próprias com alguém desconhecido.

Não existe uma forma certa de estar numa primeira sessão, nem é esperado que a pessoa saiba exatamente o que dizer ou por onde começar. O acompanhamento procura acontecer ao ritmo de cada pessoa, num espaço seguro, acolhedor e sem julgamento.

Muitas vezes, o mais importante no início é simplesmente sentir que existe um espaço onde é possível parar, respirar e sentir-se ouvido com autenticidade e respeito.

Não. O acompanhamento psicológico respeita sempre o ritmo, conforto e individualidade de cada pessoa.

As consultas podem decorrer presencialmente ou online.

Habitualmente, o acompanhamento é realizado de duas em duas semanas. À medida que o processo evolui e existe maior estabilidade e autonomia emocional, o espaçamento entre consultas é ajustado de forma gradual, respeitando sempre as necessidades e o ritmo de cada pessoa.

Cada processo é único e a duração é decidida pelo próprio paciente.

Não. A Psicologia pode também ser um espaço de desenvolvimento pessoal e prevenção.

Não. Os espaços de grupo procuram respeitar sempre o ritmo, a individualidade e a forma de estar de cada participante.

Cada pessoa é livre de partilhar apenas aquilo que fizer sentido para si, no momento em que se sentir confortável. A participação pode acontecer também através da reflexão, da escuta e da identificação com os temas e experiências dos outros.

O objetivo não é criar pressão para exposição pessoal, mas sim proporcionar um espaço seguro, humano e acolhedor, onde cada pessoa se possa sentir respeitada e acompanhada ao longo do processo.